<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839</id><updated>2011-07-30T10:37:12.916-03:00</updated><title type='text'>Comportamento humano</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-1207977363542649848</id><published>2010-07-07T11:15:00.000-03:00</published><updated>2010-07-07T11:15:16.035-03:00</updated><title type='text'>À mesa</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Imagine a seguinte situação: você chega num lugar (uma festa, um encontro, uma reunião, uma lanchonete) e na sua mesa já tem uma única pessoa sentada. Sem perceber você escolhe onde vai sentar. Você sabia que o lugar escolhido pode significar alguma coisa? Veja:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TDR8CiVfCDI/AAAAAAAAAhs/iNMmqDIxJdc/s1600/O-que-e-RPG-de-mesa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TDR8CiVfCDI/AAAAAAAAAhs/iNMmqDIxJdc/s320/O-que-e-RPG-de-mesa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descartando o lugar 1 e fixando a pessoa 2, ficam livres os lugares 3, 4 e 5.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Situação 1: você senta no lugar 3.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A chamada posição de colaboração é a mais apreciada por mulheres em encontros (homens, lembrem-se disso). Não é à toa que tem esse nome. É a posição mais amigável. Você fica lado a lado com a outra pessoa, no mesmo nível. É nessa posição que pessoas que se dão melhor costumam sentar. Quando você era criança e ia estudar com um amigo, sentavam-se um ao lado do outro. Ideal para entrevistas de emprego, encontros amorosos e quando quer demonstrar não verbalmente carinho. O mesmo se aplica caso as posições sejam &lt;b&gt;1 e 2&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;1 e 4&lt;/b&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Situação 2: você senta no lugar 4.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Posição de confronto. Normalmente é essa a posição quando se quer repreender alguém, quando não se concorda com alguém, e situações de disparidade. A mesa entre as duas pessoas tem um significado de distanciamento. O interlocutor quer mostrar que existe uma barreira entre o ouvinte que não será ultrapassada. Não necessariamente só uma barreira física, mas talvez moral também. Esta é a posição aluno e professor, vendedor e comprador, chefe e futuro-empregado-demitido. Deve ser evitada quando se quer passar imagem de amistosidade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Situação 3: você senta no lugar 5.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Indiferença. Numa biblioteca, se você sentar aí, quer dizer a quem já está sentado que, além de amistoso e inofensivo, você também não está ligando para a outra pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Situação 4: a figura.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A figura, como se mostra, está com a mesa cheia e o lugar 1 ocupado. O lugar na ponta da mesa normalmente é destinado ao líder. No caso da figura, além de ser a pessoa mais velha (como manda o tradicionalismo da sociedade), é o mestre, pois mostra pessoas jogando RPG.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concorda?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-1207977363542649848?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/1207977363542649848/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/07/mesa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/1207977363542649848'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/1207977363542649848'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/07/mesa.html' title='À mesa'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TDR8CiVfCDI/AAAAAAAAAhs/iNMmqDIxJdc/s72-c/O-que-e-RPG-de-mesa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-3721196272755056003</id><published>2010-02-11T13:54:00.000-02:00</published><updated>2010-02-11T13:54:34.746-02:00</updated><title type='text'>Posição das mãos como complemento da fala</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O uso das mãos para complementar a fala, como quase todos nossos movimentos corporais, nasceu milhões de anos atrás, na época das cavernas, mas foi aprimorado durante a Idade Média.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se sabe, esse período da história da humanidade foi um tanto quanto turbulenta, com os feudos, guerras, corrida armamentista, e tal. Ninguém confiava em ninguém, e às vezes era até meio difícil convencer as pessoas do que se queria dizer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Palma da mão pra cima&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este movimento significa, literalmente, "estou desarmado". É a forma como os habitantes das cavernas, e quem viveu na Idade Média, usavam para convencer as pessoas de que não representavam perigo. Como era muito comum, nessas épocas, o uso das armas, quando se falava com alguém mostrando as palmas das mãos, pretendia-se mostrar que quem falava não representava perigo algum, por não carregar armas. Este movimento se perpetuou e, até hoje, quando queremos convencer alguém de que estamos falando a verdade, tendemos a mostrar as palmas involuntariamente. Observe uma criança que tenta convencer os pais sobre algo que ela está dizendo (desde que seja verdade): ela fica o tempo todo com as palmas das mãos à mostra. Assim também os adultos carregam no subconsciente que este movimento significa "paz", "verdade". Na próxima vez que alguém bater à sua porta vendendo algo que você não quer comprar, experimente falar "não" com movimento de cabeça e mostrando a palma da mão. Sem perceber, o vendedor vai entender que você não quer mesmo comprar, e terá uma tendência maior a não continuar insistindo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A falta deste movimento, ao contrário, associada com outras linguagens corporais, são um símbolo da mentira. Cuidado: não analise um único movimento corporal para diagnosticar verdade ou mentira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Dedo em riste&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Psicólogos estão cansados de&lt;b&gt; &lt;/b&gt;dizer, e a sua vó dizia que era falta de educação: "não aponte o dedo". Sua vó talvez não soubesse, mas o psicólogo sabe: este é um sinal de ameaça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este movimento nasceu como "uma mão segurando um pedaço de pau/uma espada" e evoluiu até "um dedo esticado". Ele simboliza exatamente isso, uma mão segurando uma arma. Logo, quem faz este movimento, apontando o dedo, está em posição de ataque, o que coloca o receptor em posição de defesa. Estas posições nem sempre são as melhores. Com a sensação de ameaça, o corpo entra em alerta e muitas vezes deixa de prestar atenção nas palavras para dedicar-se a proteger-se, em caso de um possível ataque físico.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando quiser convencer alguém, mesmo que de uma mentira, evite o dedo em riste, para que quem recebe suas palavras não se sinta ameaçado e menos propenso a aceitar, e mostre as palmas das mãos. A pessoa tenderá a se convencer mais facilmente, pois lá no fundo do cérebro, algo diz que não há perigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As mulheres conseguem pegar mais facilmente estes sinais, pois evoluíram para isso - e deram o nome a essa habilidade de "sexto sentido". Portanto, se você quer convencer uma mulher de uma mentira, cuidado com os outros sinais corporais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-3721196272755056003?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/3721196272755056003/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/posicao-das-maos-como-complemento-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/3721196272755056003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/3721196272755056003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/posicao-das-maos-como-complemento-da.html' title='Posição das mãos como complemento da fala'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-3114487036924461924</id><published>2010-02-10T20:30:00.005-02:00</published><updated>2010-02-11T09:25:05.919-02:00</updated><title type='text'>Palma da mão e subordinação</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ser humano consegue passar muitas informações pelo movimento das mãos. De forma generalizada, sem entrar no mérito de como as mulheres conseguem se comunicar com tantos movimentos das mãos - e de muitas outras partes do corpo - as mãos são mais que um complemento da fala verbal: elas mostram caracteristicas da pessoa que não fica evidentes em conversas cotidianas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Palma da mão para baixo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Reconhecidamente um movimento que visa subordinar o receptor do movimento. É só como observar grandes opressores (como Hitler) dirigem-se aos seus "inferiores": com o braço esticado e a palma da mão virada para baixo. Na verdade, quando a palma fica para baixo, na maioria das situações, isso simboliza um movimento para tornar inferior a quem o gesto é dirigido. Subconscientemente, homens em geral - que têm o ego mais inflado que as mulheres - não aceitam muito bem este movimento, mesmo sem saberem por quê. É esse também o motivo por que animais ficam mais ariscos quando vamos fazer carinho neles aproximando a mão espalmada para baixo em direção à sua cabeça. Eles sabem - e nós também deveríamos saber - que este é um movimento de ataque, portanto eles não aceitam. Quando alguém faz este movimento, mesmo que não tenha poder para causar mal a alguém, está querendo simbolizar quem manda no lugar. E quem deve obedecer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; 2. Palma da mão para baixo&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário&lt;b&gt; &lt;/b&gt;da palma da mão para cima, essa representa subordinação, aceitação. Pode-se ver este movimento em pessoas mais sociáveis, e em situações em que o clima fraternal é mais exposto. Na oração do Pai Nosso, os fiéis colocam a palma para cima, as pessoas quando vão receber dinheiro, a tia gorda quando te vê depois de muito tempo vai em sua direção pra te abraçar com as palmas para cima. E os animais também sabem disso. Quando você aproxima a mão do cachorro com a palma para cima e o deixa cheira-la antes de acariciá-lo, a aceitação é maior, pois ele percebe que você não representa perigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Aperto de mão&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando duas pessoas se cumprimentam, em especial os homens, normalmente se dão as mãos - gesto mais comum em meios corporativos. Neste momento, ficam explícitos quem quer dominar e quem são os dominados. Na hora de dar a mão, normalmente os "opressores" ou os "donos da situação" tendem a estender a mão com a palma para baixo - no sinal de superioridade. E os que aceitam mais facilmente comandos, estendem a mão espalmada pra cima, ou tendem a aceitar esta situação. No entanto é possível reverter. Quando alguém lhe der a mão com a palma para baixo, dê a mão e, quando apertar, gire para que as palmas fiquem perpendiculares ao chão, ou seja, nenhuma das duas para cima nem para baixo. Isso quebra o clima de subordinado-subordinação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Faça o teste. Quando alguém lhe der a mão, observe a posição da palma. Perceba que isso é variável. Uma criança de 7 anos pode se sentir inferior a você, enquanto um senhor de 60 pode se sentir superior. É sempre relativo a quem dá a mão e a quem recebe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-3114487036924461924?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/3114487036924461924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/palma-da-mao-e-subordinacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/3114487036924461924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/3114487036924461924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/palma-da-mao-e-subordinacao.html' title='Palma da mão e subordinação'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-8863528363980885145</id><published>2010-02-01T10:38:00.001-02:00</published><updated>2010-02-01T11:05:34.243-02:00</updated><title type='text'>Enduroape 2010 - Etapa Itú</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste fim de semana participei da primeira etapa da temporada 2010 do &lt;a href="http://www.enduroape.com.br/"&gt;Eduroape&lt;/a&gt;. Uma trilha na cidade de Itú - SP. De fato, lá tudo é grande. Inclusive a trilha. Os dois outros enduros dos quais participei serviram só pra alimentar meu gosto por esse tipo de esporte e não me perder lendo mapas, porque contagem de passos, tempos isolados e acumulados, quilometragens, bússola... isso eu não tinha usado ainda. Foi muito bom mesmo, como previsto, andando pelo meio do mato, da mata, de rio, de barro. Estava do jeito que eu gosto. Única coisa que me surpreendeu foi o tempo que levamos pra percorrer tudo. O que era planejado para ser feito em 2 horas e pouco, levamos 6 horas. Cansou MUITO. Acordei no domingo 5h da manhã, chegamos lá 8:30. Voltei pra casa mais de 20h da noite com a cabeça explodindo de cansaço mental.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E sobre o comportamento...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É interessante se colocar de fora e analisar as equipes não como grupos de pessoas, mas como algo que carrega muito dos instintos animais dos quais viemos, principalmente no que se diz respeito a habilidades específicas. Temos mais de animal em nós do que de se imagina.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;1. Comunicação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É de consenso geral que mulheres falam mais. E falam muito. Mesmo as feministas sem o conhecimento certo, que afirmam ser isso uma afirmação machista, reconhecem isso. E isso tem uma explicação: mulheres têm 2 pontos de fala na cabeça. Elas os ganharam com a evolução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Enquanto os homens saíam pra caçar, o que demandava comunicação verbal quase 0, pois era preciso espreitar a caça em silêncio, elas ficavam em casa tomando conta das crias junto com as outras mulheres. Muitas vezes os homens não voltavam da caçada (que Deus os tenha), então a mulher precisava de informações das outras mulheres para saber qual homem seria o melhor para substituir o seu. Com isso, desenvolveram habilidade para ouvir, pois um animal poderia chegar na surdina para caçar sua cria, e a reconhecer a linguagem não verbal de outras mulheres - gestos, olhares, movimentos. Esta habilidade é mais conhecida por "sexto sentido". Milhões de anos vivendo assim deram à mulher a capacidade de se comunicar usando em média 15 mil palavras por dia (incluíndo linguagem não verbal) e ao homem apenas em torno de 4 mil.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso explica como as mulheres do meu grupo conseguiram ir e voltar de Itú sem parar de falar e andar 6 horas conversando mesmo com aquela fadiga mental. Elas precisam explicar tudo, precisam entender tudo, precisam saber de tudo. Isso dá a elas uma característica de cuidado maior (elas precisavam tomar conta das crias), mas a conversa em excesso causou o atraso do grupo em alguns pontos, principalmente no entendimento da planilha do percurso. Essa inabilidade é também explicada por que mulheres e homens têm uma dificuldade muito grande em explicar caminhos uns pros outros quando dirigem: devido à...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;2. Leitura de mapas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homens são caçadores, mulheres cuidadoras. Sabe por quê homens falam "vire à esquerda, na segunda entre à direita, 100m à frente, no segundo farol, é a terceira casa" e mulheres falam "depois da praça, passa duas lombadas e vira na borracharia"?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Homens são caçadores. Eles tinham que se embrenhar no meio da mata, sem referências, e trazer comida pra casa. No dia seguinte, a mesma coisa. No outro, igual. Isso porque ele descobriu um caminho pra encontrar o bando da caça e um caminho de volta pra casa - vivo. Quando a fonte secava, precisava encontrar outra. Milhões de anos fazendo isso, lhes deu praticamente um leitor e um desenhador de mapas na cabeça.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Já as mulheres, cuidadoras,&lt;/i&gt;&lt;i&gt; não precisavam disso, pois raramente saíam de casa. Quando muito, comentavam uma com a outra "encontrei uma planta com umas frutinhas gostosas, fica embaixo daquela árvore grande".&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Por isso que as coordenadas de homens são dadas em forma de "GPS" e de mulheres em "pontos de referência"&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa habilidade masculina e inabilidade feminina ficou muito evidente quando mulheres e homens discutiam sobre o caminho certo a ser seguido: na quase totalidade da vezes, a mulher não conseguia entender as instruções que eram só em forma de linhas e setas, mas acertavam mais quando tinha um ponto de referência - uma pedra, uma árvore, um cupim... Explicar mapas pra mulher nem sempre é tão simples - mesmo que o desenho mostre 4 ruas num cruzamento, e ela teime que a bifurcação com 3 no mapa é a correta. Isso porque o homem tem um modo de pensar diferente, para explicar. Enquanto a habilidade da mulher é focada em relacionamento com as pessoas e o meio em que vive (isso explica por quê há mais mulheres psicólogas e professoras de primário do que homens, e mais homens físicos e matemáticos), o homem é mais exato, porque pra ele tudo é uma questão de...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;3. Lógica&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para convencer um homem de algo, explore uma saída lógica. É o caminho mais curto, mais fácil e mais poderoso. Uma sequência de passos interligados, evoluindo, pra chegar do nada a um objetivo, é o único caminho que o homem conhece para entender o que não entende. E o único que conhece para explicar. Prá mulher não é assim. Ela precisa sentir. Tudo prá mulher é sentir.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Na busca pelo melhor caminho para chegar à caça - era preciso evitar buracos, cobras, espinhos, lugares fechados - o homem se acostumou a fazer cálculos o tempo inteiro. Precisava calcular a distância a percorrer, o peso dos animais que conseguiria carregar, a velocidade para alcançar o bicho - ou fugir dele -, a quantidade de comida necessária... E a mulher cozinhava, tomava conta das crias, observava o mundo ao redor...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É por isso que, quando surgia uma dúvida sobre o caminho seguido, e no mapa não tinha referências, apenas traços e pontos, o mapa mental do homem mostrava claramente, piscando, apitando, o caminho certo. Sem referência, a mulher se perdia facilmente. Assim, ficava difícil pro homem explicar por que era tão lógico o caminho a ser seguido e a mulher não entendia a explicação. Numa situação contrária - a mulher dando ao homem uma explicação sem algoritmo - o recíproco também é verdadeiro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mapas e capacidade de cálculo fazem do homem um cientista e da mulher uma analisadora. Enquanto o primeiro faz uma busca em profundidade, a segunda faz uma busca em largura. &lt;i&gt;Homens são caçadores, mulheres cuidadoras&lt;/i&gt;. Essas habilidade são apoiadas pela...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;4. Visão e objetividade&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diga a um homem: vá ao mercado e compre sabão. Ele vai até o mercado, entra direto na seção de limpeza, pega o sabão, paga e volta pra casa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diga a uma mulher: vá ao mercado e compre sabão. Ela vai até o mercado, analisa tudo à sua volta - pessoas e suas compras, atendentes dos caixas, seções de produtos-, ao chegar em frente ao sabão, fará uma análise detalhada de preço, custo-benefício, promoções e, antes de sair, provavelmente trará algo mais pra casa que porventura esteja faltando. Uma chance pra você descobrir o motivo disso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Homens são caçadores, mulheres cuidadoras&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Homem tem a visão focal (ou seja, em profundidade) e a mulher tem a visão periférica (ou seja, em largura). Isso significa que o homem, quando avista algo que o interessa, fica virtualmente cego a tudo que acontece à sua volta. A mulher prefere estar atenta a tudo o que acontece à sua volta, abrindo mão de um foco único. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Quando saía prá caçada, o homem ia &lt;b&gt;caçar&lt;/b&gt;. Simples? Sim. Simples. Ele saía da caverna, se enfiava na mata guiado por seu mapa mental e, ao avistar a caça, ia atrás dela. Não importavam os braços arranhados, os pés perfurados&lt;/i&gt;,&lt;i&gt; um abismo separando-os. Se ele tinha que levar comida pra casa, ele &lt;b&gt;ia&lt;/b&gt; levar comida para casa. Era seu objetivo, sua missão. Sua visão focal não o deixava desviar seu rumo por conta de probleminhas secundários, que desviassem seu foco, o que poderia resultar na falha da missão.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;A mulher não precisava caçar. Ela precisava &lt;b&gt;cuidar&lt;/b&gt;. Isso significa que tinha que estar atenta às pessoas à sua volta, às moitas, de onde poderiam sair perigos, ao chão, ao céu... Tudo para proteger quem e o que ela precisasse proteger.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso explica por que o homem, na trilha, conseguia ler várias etapas antecipadamente, traçando o caminho ideal (visão focal), mais rápido, mais curto: pois é preciso cumprir um objetivo (caçada). Simples. O objetivo é terminar a caminhada dentro do tempo (levar a caça pra casa). Então isso será feito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E é por isso que mulheres paravam em todas as etapas para discutirem tudo. Elas não têm o ideal de "missão". O "objetivo" delas é que cada passo seja dado com a maior cautela possível (visão periférica), analisando cada detalhe, cada passo que será dado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao fim do dia, tudo o que o homem quer é apreciar o resultado do dia (assimilando táticas ou técnicas novas, a comida que a família saboreia) e, a mulher, como cuidadora, quer saber de tudo, não para de questionar o homem sobre tudo (inclusive para dar conselhos sobre como não se machucar). Depois de um dia de caçada (da qual a mulher particiou indiretamente), essa é a última etapa para ambos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;5. Fogueira&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao fim do dia, quando o homem já esgotou há muito tempo sua cota de 4 mil palavras, a mulher ainda tem umas 4 mil pra usar. O ritual de chegar em casa e ligar a televisão em silêncio é mais antigo do que a construção das pirâmides do Egito. A mulher chega em casa e quer falar de tudo sobre seu dia, e saber de tudo do homem. O homem, quer que a cabeça pare.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Ao fim da caçada, quando finalmente chegava em casa com o alimento, tudo o que o homem queria era comer e dormir. E, claro, ver a família apreciar o que ele trouxe. A mulher queria saber de tudo. Tudo. Com detalhes.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;O ritual de fim de caçada incluía entrar na caverna, em segurança (de preferência no ponto mais distante da e de frente para a entrada, igual fazem os homens quando escolhem o último mictório em um banheiro público), sentar e olhar a fogueira. A mulher não parava de falar (grunhir, gesticular) sobre tudo: filhos, outras mulheres, o próprio homem, ela própria...&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse fato explica por que, na volta, tudo que os homens queriam era que a cabeça parasse, pois a caçada (cumprir a prova) tinha terminado, e as mulheres continuavam querendo saber de tudo, e repassando verbalmente tudo o que tinha acontecido no dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Explorando as habilidades individuais, e entendendo diferenças tão interessantes e nem sempre complementares, os grupos podem se entender melhor e um pode conversar com o outro, sabendo o que se passa e como explicar as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa foi minha fogueira de hoje. Espero que goste da caçada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-8863528363980885145?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/8863528363980885145/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/enduroape-2010-etapa-itu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/8863528363980885145'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/8863528363980885145'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2010/02/enduroape-2010-etapa-itu.html' title='Enduroape 2010 - Etapa Itú'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-5892714066935102924</id><published>2009-12-07T13:26:00.001-02:00</published><updated>2009-12-07T14:43:34.917-02:00</updated><title type='text'>Microcomportamento</title><content type='html'>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Na avenida Paulista, vi isso acontecer: a mulher, falando no celular, ao volante, toma uma fechada. Buzina histericamente para o carro, enquanto mostra o dedo do meio. Quem está errado? Ou melhor, alguém está certo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas que me irritam:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;pessoas que ficam fazendo aquele barulhinho tirando-fiapo-de-manga-do-dente-com-a-boca;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;adultos que se comportam como crianças quando leem/veem desenho japonês;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;pessoas que escrevem "certesa", "voçê", "sombrancelha" e toda vez que escrevem palavras errado, permutando aleatoriamente"sc", "c", "ss", "s", "ç", "z" e "x";&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;colocar crase em todo e qualquer A;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;"há ... atrás" (ou usa "há", ou "atrás");&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;"fazem ... meses" (o verbo fazer, quando expressar tempo, não é conjugado: sempre FAZ);&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;"pra mim fazer";&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Adriana BomBom;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;pessoas que vêm conversar comigo com hálito de café;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;atribuir a Willian Shakespeare, Arnaldo Jabor ou Luís Fernando Veríssimo todo e qualquer texto reflexivo que encontram na internet;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Homens em bando gritando;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Feministas;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Carros com uma pessoa só;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Gente folgada andando na calçada. Toda vez sou eu MESMO quem tenho que desviar de todo mundo?&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Buzina;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Alarme de carro (agravante: alarme na buzina);&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A tríplice: carro com uma pessoa + gente folgada + buzina;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Homem que mija na água da privada (agravante: mijar fora);&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Conjugar verbo no passado como se fosse futuro (veram invés de verão), ou vice-versa (forão invés de foram); &lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Gente.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-5892714066935102924?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/5892714066935102924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2009/12/microcomportamento.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/5892714066935102924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/5892714066935102924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2009/12/microcomportamento.html' title='Microcomportamento'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4932879721192264839.post-1781750857261909130</id><published>2009-11-30T00:21:00.000-02:00</published><updated>2009-11-30T00:34:15.853-02:00</updated><title type='text'>Nomes</title><content type='html'>Pra começar o blog, um assunto de começo: nomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas coisas que detesto: homem com nome de mulher (ex: José Maria) e mulher com nome de homem (ex: Maria João, Danny Carlos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fato é agravado na insistência em ser chamado pelo nome duplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual o problema em colocar nome masculino em homem (e não Giany, Dagmar, que as pessoas insistem em colocar tanto em homem quanto em mulher), como José (só), Marcos, Sebastião, Clóvis, e nomes femininos em mulher, como Camila, Aline?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não serviria para trabalhar registrando nomes de pessoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4932879721192264839-1781750857261909130?l=porfalaremcomportamento.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/feeds/1781750857261909130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2009/11/nomes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/1781750857261909130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4932879721192264839/posts/default/1781750857261909130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://porfalaremcomportamento.blogspot.com/2009/11/nomes.html' title='Nomes'/><author><name>C.A.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/_70oj9bgE6do/TSormMBcK3I/AAAAAAAAAl8/ioV2W7WDTFo/S220/DSCN2752.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
